O limite de Moisés era o mar, Deus abriu o mar. O limite de Ana era a esterilidade, Deus a concedeu filhos. O limite de José era a prisão, Deus o fez governador. O limite do homem é a morte, Jesus venceu a morte.

O limite de Moisés era o mar, Deus abriu o mar. O limite de Ana era a esterilidade, Deus a concedeu filhos. O limite de José era a prisão, Deus o fez governador. O limite do homem é a morte, Jesus venceu a morte.

Essa frase nos ensina que o limite humano não é o fim, mas o início de algo extraordinário quando confiamos em Deus. Moisés viu o mar como barreira, mas Deus o transformou em caminho. Isso nos mostra que o que parece impossível aos nossos olhos é apenas uma oportunidade para Deus manifestar Seu poder.

A esterilidade de Ana era um peso insuportável, mas sua fé e oração a conectaram ao Deus que concede vida. O exemplo dela nos encoraja a nunca desistir, mesmo quando a espera é longa e o coração parece vazio.

José foi traído, vendido e preso, mas permaneceu fiel. Deus transformou sua prisão em um trono, revelando que até nossos momentos mais sombrios podem ser usados para cumprir um propósito maior.

O limite supremo do homem, a morte, foi vencido por Jesus na cruz. Ele ressuscitou, mostrando que nem mesmo a morte pode deter o poder do Criador. Isso é um lembrete de que, em Cristo, somos mais que vencedores e que nossos maiores limites são portas para a eternidade.

Deus é especialista em transformar limites em vitórias. Confie n’Ele, pois onde você vê o fim, Ele vê um novo começo.