Chega uma fase da nossa vida que a dor nem afeta mais.
Um estágio em que a vida já nos treinou tanto na dor, que ela deixa de ter o mesmo peso. Não é que a dor desapareça, mas aprendemos a conviver com ela sem permitir que ela nos destrua.
Chega um momento em que o coração já não se abala com a mesma intensidade, porque descobrimos que somos mais fortes do que pensamos. A dor se torna professora, não inimiga; ela nos lapida e nos faz crescer.
Quando a dor não afeta mais, é sinal de que amadurecemos ao ponto de não sermos dominados por aquilo que antes nos paralisava. Esse é o triunfo da resiliência: continuar de pé, mesmo quando o vento sopra contra.